Professor comenta sobre influência russa na eleição norte-americana

Para Carlos Eduardo Lins da Silva, há motivos para crer que Putin não queria que Hillary Clinton fosse eleita

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Desde o período da Guerra Fria, as relações Estados Unidos-Rússia tornaram-se complicadas. No último ano, os americanos tiveram uma de suas campanhas eleitorais mais conturbadas da história — na disputa, Hillary Clinton e, o agora presidente, Donald Trump.

Putin foi a público falar sobre a possibilidade de “hackers patrióticos” terem interferido na eleição que permitiu a vitória de Trump – Foto: Reprodução/CNN

Dentre as diversas polêmicas levantadas no período, surgiu a suspeita do envolvimento russo na campanha de Trump, e o interesse do presidente Vladimir Putin na vitória do candidato republicano.

Em meio às investigações de agências como a CIA, o FBI e do Departamento de Segurança Interna, firmaram-se acusações de que Putin e o governo russo teriam realmente tentado intervir na eleição norte-americana em prol de Trump.

No início do mês, Putin foi a público falar sobre a possibilidade de “hackers patrióticos” terem interferido na eleição do empresário americano, afirmação que coloca mais pontos de interrogação nessa história.

Em meio a tantos desalinhos, a Rádio USP conversou com o professor Carlos Eduardo Lins da Silva. Especialista em relações internacionais, Lins da Silva comentou sobre os interesses russos na vitória de Trump, assim como na derrota de Hillary. Ouça o áudio acima.

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