Preconceito racial atua fortemente nas relações sociais e de trabalho

Análise é do professor Benedito Cerezzo Pereira Filho, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Treze  de maio, dia em que foi assinada a Lei Áurea em 1888, é considerada a data em que o negro oficialmente deixa de ser escravo no Brasil. Mas, ao longo da história, a situação do negro tem sido sempre muito controversa, muito complicada, principalmente no  mercado de trabalho.

O professor Benedito Cerezzo Pereira Filho, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, especialista no assunto, diz que o preconceito contra o negro é velado na maioria das vezes. Para ele, trata-se de uma questão cultural com fortes reflexos nas relações sociais e no mercado de trabalho.

 

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