População de São Paulo está a salvo de surto de febre amarela

Mosquito transmissor se mantém em regiões de mata e vacinação contínua deve ser priorizada em áreas de risco

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Segundo o professor titular do Departamento de Moléstias Infecciosas e Parasitárias da Faculdade de Medicina (FM) da USP e responsável pela Coordenadoria de Controle de Doenças da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, Marcos Boulos, não há nenhum risco iminente para a população paulista quanto à febre amarela silvestre.

Ele explica que a vacinação contínua pelo Estado começou em abril de 2016,  devido a um caso humano desse tipo da doença em Ribeirão Preto. Desde lá, foram 5 milhões de doses.

Para Boulos, a preocupação pode ser minimizada porque o transmissor da manifestação silvestre da doença não ultrapassa as regiões de copas das árvores de áreas de mata.  Assim, a medida a ser tomada é de vacinação de populações próximas a essas regiões. Esse é o motivo do fechamento de 15 parques da cidade, que serão reabertos após o monitoramento dos vacinados. Sem o risco, são apenas as pessoas que farão viagens a regiões de mata que devem se prevenir. No entanto, há contraindicações às pessoas com doenças crônicas prévias, gestantes, crianças até os 9 meses de vida, idosos e alérgicos a ovo.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados