Parto prematuro, um problema de saúde que tem solução

Segundo Saldiva, reduzir o parto prematuro não só melhora as condições de sobrevivência dos bebês, mas também lhes devolve uma capacidade de exercer uma vida adulta em sua plenitude

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Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

O Brasil, assim como São Paulo, ainda apresenta taxas de parto prematuro maiores do que as desejadas. A informação é do professor Paulo Saldiva, que observa que o parto prematuro está associado a uma maior mortalidade do bebê por doenças infecciosas no primeiro ano de vida, assim como é maior o risco de este bebê desenvolver doenças crônicas – como diabete e obesidade – em sua fase adulta. Em São Paulo, foi constatado que o risco de parto prematuro é maior nas gestações precoces, assim como naquelas que se dão acima dos 31 anos de idade. A boa notícia é a de que um bom pré-natal pode reduzir o risco de prematuridade.

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