Para colunista, ataques contra a liberdade de expressão na Turquia tendem a piorar

Carlos Eduardo Lins da Silva compara a atual situação da imprensa turca à brasileira dos últimos 30 anos

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Em entrevista à jornalista Marcia Blasques, o colunista Carlos Eduardo Lins da Silva analisa a atual situação da imprensa na Turquia e o caminho cada vez mais autoritário que o presidente Erdogan vem trilhando. Acompanhe:

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Foto: Wikimedia Commons
Foto: Wikimedia Commons

O governo turco ordenou, na semana passada, o fechamento de emissoras de TV e rádio, agências de notícias, jornais, revistas e editoras. Para Lins da Silva, a atual conjuntura da imprensa turca é péssima, e vem se agravando após a tentativa de golpe por parte de alguns setores das Forças Armadas. Ele aponta que a tentativa frustrada de tomada do poder rendeu mais força política e militar para o presidente Erdogan, que intensificou sua campanha contra a liberdade de imprensa.

O colunista acredita que, ao lado do presidente russo Putin e do presidente chines Xi Jinping, Erdogan é o maior inimigo da liberdade de imprensa no mundo. Ao comparar a situação da imprensa turca com a brasileira pós-redemocratização, Lins da Silva aponta as dissonâncias: no Brasil, não existe censura por parte do poder executivo há mais de 30 anos. Somente alguns juízes autoritários de primeira instância têm a livre manifestação jornalística.

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