O Brics e o papel do Brasil no século 21

Embora os países do Brics tenham posturas distintas, três são potências nucleares e, aos poucos, começa a surgir uma agenda comum

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Na coluna do embaixador Rubens Barbosa desta semana, ele trata da constituição do Brics e de como o Brasil, que nele se insere, pode tirar partido em sua atuação.

O Brics é um fundo, formado em 2006, por sugestão de um economista, e, de lá para cá, há muitas reuniões de ministros do exterior e ministros da fazenda desses países, que são: Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Todos eles líderes regionais, sendo que três são potências nucleares: Rússia, China e Índia.

Foto: Sputnik/Alexey Druzhinin

A China é o maior parceiro do Brasil, sobretudo na área comercial, e Rússia e Índia são, por sua vez, parceiros em ascensão.  No Brasil, o Brics ainda é pouco conhecido e há alguma reserva ou restrição sobre ele, mas é um grupo importante, que acabou de criar um banco de fomento chamado Novo Banco de Desenvolvimento. Há duas semanas, os países do Brics realizaram uma reunião de ministros do exterior, em que o Brasil esteve representado. Discutiu-se lá os principais temas globais, inclusive a questão da Síria e do Afeganistão.

Confira o áudio e saiba o que o Brasil tem a lucrar, no médio e no longo prazo, com sua atuação junto ao Brics e como isso se dará neste nosso século.

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