O “novo normal” e sua infinita capacidade de nos chocar

Em sua coluna, Marília Fiorillo cita diversas situações que, até pouco tempo atrás, consideraríamos absurdas

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O mundo está de ponta cabeça, sempre a nos surpreender com cenas absurdas. Em sua coluna semanal, Marília Fiorillo refere-se ao “novo normal”, expressão até pouco tempo usada para descrever cenas de refugiados, principalmente envolvendo crianças em situações de risco. Agora, uma nova espécie de  “novo normal” tem a ver com os valores, noções e práticas aos quais estamos habituados e que já não vigoram, como se “estivessem de ponta cabeça e precisássemos de um novo aparato mental ou cognitivo para conseguir processar essas bizarras novas realidades”.

Em seguida, para ilustrar seu ponto de vista , a colunista parte para uma série de exemplos, a começar do incisivo discurso pela inclusão social proferido pela diretora do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, em que alerta sobre as consequências da desigualdade social num mundo em que os ricos estão cada vez mais ricos e os pobres, cada vez mais pobres.  Ou a prisão, na Turquia, de dois diretores da Anistia Internacional, um dos quais continua na cadeia, sob a acusação de auxiliar grupos terroristas.

Ouça acima a íntegra da coluna.

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