O ministério do possível

Analista político Gaudencio Torquato admite que formar um Ministério a toque de caixa é um desafio e tanto

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Foto: Mario Roberto Durán Ortiz / Wikimedia Commons
Foto: Mario Roberto Durán Ortiz / Wikimedia Commons

O Ministério do possível. É como o analista político Gaudêncio Torquato define a reformulação ministerial recentemente anunciada pelo presidente interino do Brasil, Michel Temer.

Em entrevista à repórter Simone Lemos, Torquato ressalta o grande desafio que deve ter sido a composição de um novo Ministério em apenas 15 dias. Ele observa que Temer pediu aos partidos políticos que indicassem os nomes para as respectivas pastas, o que foi feito, apesar das ausências no tocante à nomeação de mulheres ou de negros na composição das mesmas.

Na opinião de Torquato, a política de inclusão deve ser pensada de modo global, de maneira a atingir todas as minorias. Em outro trecho da entrevista, o analista político, ex-professor da Universidade de São Paulo, refuta a tese de golpismo, como quer o PT, e lembra que o País perdeu o rumo da economia, cabendo ao governo interino de Michel Temer a responsabilidade de colocar o Brasil novamente nos trilhos da credibilidade e do crescimento econômico. Torquato acrescenta que a intenção de Temer, acima de tudo, é a de pacificar o País.

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