Número de municípios paulistas afetados pela leishmaniose aumenta

Expansão urbana é preocupante, pois é grande o potencial de transmissão nas cidades

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O número de cidades paulistas atingidas pela leishmaniose tem aumentado. O avanço urbano preocupa especialistas, sobretudo, por conta do potencial de transmissão da doença.

A leishmaniose é endêmica em mais de 60 países. No Brasil, ela permanece como um problema de saúde pública. A transmissão normalmente ocorre pela picada da fêmea do mosquito-palha. O inseto torna-se vetor do parasita se se alimenta de algum animal infectado, como cães. Porém, novas pesquisas têm mostrado que mais espécies de insetos flebotomíneos podem ser vetores da enfermidade.

O pesquisador do Instituto Adolfo Lutz e membro do Comitê de Leishmaniose do Estado de São Paulo, Roberto Mitsuyoshi Hiramoto, e a professora Eunicia Aparecida Bianchi Galati, do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP, dão detalhes da doença e revelam quais os principais fatores de risco envolvidos.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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