Não há plano “B” para os refugiados

“Enquanto a comunidade internacional não implementar auxílio financeiro, projetos de investimento, e de governança, nos países que geram esses fluxos migratórios, o círculo vicioso continuará”

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Refugiados sírios tentando entrar na Europa, em outubro de 2015 - Foto: Wikimedia Commons
Refugiados sírios tentando entrar na Europa, em outubro de 2015 – Foto: Wikimedia Commons

O desmantelamento do Campo de Calais, conhecido como “a Selva”, encerra um capítulo constrangedor para os europeus, mas sem cenários promissores para os refugiados.  A crise, como declarou Federica Mogherini, alta representante da União Europeia para Política Externa e Segurança, não é uma situação transitória, mas um drama que tende a se avolumar. Dos dez maiores campos de refugiados no mundo, segundo a Acnur, oito deles estão na África. Se a maioria foge de guerras, há também os “refugiados da fome”, que sequer contam com esse estatuto. Medidas emergenciais são necessárias, mas paliativas.

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