MPB é pouco estudada nas escolas brasileiras

Chegou a vez da música popular brasileira ser abordada pelos “Diálogos na USP”

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Parte 1

.Parte 2

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A MPB,  Música Popular Brasileira, surgida em 1966, abrange algumas misturas de estilos musicais, como, por exemplo o samba-rock , samba reggae e o samba pop. Recentemente, a Revista USP fez um dossiê  sob o tema  Música Popular Brasileira na USP, composto de 12 artigos sobre diferentes aspectos da MPB, escritos por professores e pesquisadores da Universidade.

Um dos artigos foi  “O ijexá no Brasil: rítmica dos deuses nos terreiros, nas ruas e palcos da música popular, de Alberto Ikeda. Com coordenação do professor Ivan Vilela, da Escola de Comunicações e Artes (ECA),  o texto  exalta a música popular brasileira e critica o fato de ela ser pouco estudada nas escolas superiores de música do Brasil, incluindo a USP.
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Chico Saraiva, Alberto Ikeda e Walter Garcia no Diálogos na USP – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

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De acordo com Vilela, o  conhecimento da música brasileira pode nos trazer um outro olhar sobre nós mesmos, sobre nossa história, sobre nossa formação cultural. “Mesmo assim, nossas escolas de música são, na grande maioria, escolas de música clássica europeia.” O porquê disso é um dos assuntos que esta edição do Diálogos na USP traz para o conhecimento do ouvinte. Para falar sobre A MPB e a Universidade, os estúdios da Rádio USP receberam os professores Alberto Ikeda, colaborador do Programa de Pós-Graduação em Música da ECA-USP e co-orientador do Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina (Prolam); Walter Garcia, livre-docente em Música pelo Instituto Brasileiro da USP, pesquisador e crítico da canção popular comercial brasileira, além de compositor e violonista; e o músico e pesquisador Chico Saraiva.

Esta edição do Diálogos na USP teve apresentação de Roberto Castro, produção de Sandra Capomaccio e trabalhos técnicos de Márcio Ortiz.

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