Melhor mobilidade urbana depende de conscientização sobre saúde

Além de retirar predominância do carro, é necessário entender que o trânsito afeta qualidade de vida

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Segundo a professora titular aposentada da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP (FAU-USP), Ermínia Maricato, o maior desafio na mobilidade urbana é enfrentar o poder do transporte rodoviarista. Ela explica que o poder do automóvel tornou a vida urbana inviável, em que a situação é difícil para aqueles que têm carro e pior para aqueles que não têm.

Foto: Marcos Santos / USP Imagens

A professora diz que o Brasil tem experiência e conhecimento na questão. Para ela, uma das medidas importantes é a integração modal, em que a própria capital paulista avançou a partir das dificuldades.

A professora Ermínia afirma que as mudanças devem passar por debate e conscientização, evidenciando as consequências para a saúde física, mental e a qualidade de vida causadas pela problemática situação atual.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

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