Martin Grossmann discute os museus na contemporaneidade

Em sua coluna, o professor cita a Ilha dos Museus, em Berlim, na Alemanha, como exemplo da universalidade típica dessas instituições

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Altes Museum, na Ilha dos Museus, em Berlim, Alemanha: produto de um pensamento em que o museu é central na cultura - Foto: Wikimedia Commons
Altes Museum, na Ilha dos Museus, em Berlim, Alemanha: produto de um pensamento em que o museu é central na cultura – Foto: Wikimedia Commons

Os museus são “interessantíssimos” porque constituem dispositivos culturais pensados para serem universais – presentes em todas as partes do mundo – e para representar a cultura vista como universal, embora seja preciso sempre fazer a crítica dessa representação, que é também um “processo de colonização”. É o que afirma o professor Martin Grossmann, em sua coluna “Na Cultura o Centro Está em Toda Parte”, que foi ao ar no dia 8 de fevereiro, às 10h30, pela Rádio USP FM (93,7 MHz).

Como exemplo, Grossmann cita a Museumsinsel, a Ilha dos Museus, em Berlim, na Alemanha, onde estão localizados cinco dessas instituições: o Museu Pergamon, o Altes Museum, o Neues Museum, o Museu Bode e a Alte Nationalgalerie. “A Ilha dos Museus é produto de um pensamento em que o museu é central na cultura da Alemanha”, diz Grossmann.

Ouça acima a íntegra da coluna.

 

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