Martin Grossmann analisa o Modernismo na Berlim Oriental do pós-guerra

Depois da Segunda Guerra Mundial, a parte da capital da Alemanha sob influência soviética foi reconstruída obedecendo a critérios de racionalidade, grandiosidade e imponência, explica o professor

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Vista da avenida Karl Marx com as torres gêmeas de Frankfurter Tor ao fundo - Foto: Wikimedia Commons
Vista da avenida Karl Marx com as torres gêmeas de Frankfurter Tor ao fundo – Foto: Wikimedia Commons

Na coluna que foi ao ar no dia 21 de dezembro, o professor Martin Grossmann abordou a forma como o Modernismo se manifestou em Berlim Oriental, a parte da capital alemã que ficou sob influência soviética após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Lembrando que Berlim foi arrasada durante aquele conflito, Grossmann destacou que ela foi reconstruída nos moldes do Modernismo. Na parte oriental da cidade, segundo o professor, prevalecem a racionalidade, a grandiosidade, a imponência e a coletividade. “O que salta aos olhos, no lado soviético, é um gesto do Estado, uma política que é feita para todos, de forma mais horizontal”, analisa Grossmann, citando como exemplo a avenida hoje chamada Karl Marx. No que se refere à arquitetura, a autoria não é tão importante na Berlim Oriental do pós-guerra, diz o professor. “A padronização prevalece sobre a qualidade individual dos prédios.”

Ouça no link acima a coluna “Na Cultura o Centro Está em Toda Parte”, do professor Martin Grossmann, que foi ao ar pela Rádio USP FM (93,7 MHz) no dia 21 de dezembro. A coluna vai ao ar sempre às quartas-feiras, às 10h30.

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