Marilia Fiorillo comenta a liberação do relatório Chilcot

O relatório apura o envolvimento do Reino Unido na invasão militar do Iraque

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Foto: Wikimedia Commons
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A professora de história da filosofia Marilia Fiorillo relata, nesta coluna, dois fatos que marcaram os noticiários internacionais na última semana. Ela comenta, primeiramente, a declaração do candidato à Presidência dos Estados Unidos Donald Trump, que afirmou, durante um discurso de campanha, ter Saddam Hussein como um herói pessoal, pois o ditador “acabou com o terrorismo”. Uma colocação descabida, segundo a professora, e que reverbera o discurso monossilábico e incoerente de Trump.

Marilia aborda também a liberação do relatório Chilcot que, em seus 12 volumes e 2,6 milhões de palavras, apura o envolvimento do Reino Unido na invasão militar do Iraque. O relatório concluiu que não haviam motivos para a aliança Bush-Blair invadir o país em 2003 e, consequentemente, instaurar por lá um estado de calamidade. Ela lembra que a invasão gerou guerras sectárias entre xiitas e sunitas, além de ter sido a principal motivação para a fundação de diversos grupos terroristas.

Acompanhe o comentário completo:

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Ouça também a coluna da semana passada da professora Marilia Fiorillo, onde faz  o paralelo  entre o Holocausto e Aleppo que foi mencionado  no debate  dos candidatos Trump e Clinton.

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