Maduro rompe democracia e acaba com equilíbrio institucional

Decisão sobre sanções econômicas é difícil porque enfraquecem Maduro, mas prejudicam ainda mais a população

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Segundo o vice-diretor do Instituto de Relações Internacionais (IRI) da USP, Amâncio Jorge Silva, o maior risco para a Venezuela é de guerra civil, se a escala autoritária continuar. Ele explica que qualquer sanção econômica aplicada por outros países à Venezuela é de difícil decisão porque essas medidas prejudicam a população, ainda que vise ao enfraquecimento do regime.

Nicolás Maduro Moros, presidente da República Bolivariana da Venezuela –
Foto: Gustavo Salazar / Presidência da Venezuela

O professor descarta a atuação do Brasil como mediador de algum diálogo, uma vez que Maduro não reconhece Michel Temer como presidente legítimo. Além disso, Jorge Silva considera que a utilização de milícias por parte do governo será uma medida radical e irreversível, levando à necessidade de medidas externas para resolver a situação.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados