Lixo espacial pode representar risco para satélites e aeronaves

O número de fragmentos é muito grande e não é possível explodi-los em órbita; há outras formas de monitorá-los, diz professor do IAG

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Satélites desativados, fragmentos de satélite ou de foguetes e até mesmo instrumentos e ferramentas perdidos por astronautas durante missões espaciais. Estes são alguns itens que podem ficar vagando pelo espaço e num futuro cair na órbita terrestre ou colidir com satélites ou aeronaves.
Os detritos próximos da Terra, e, mais especificamente, seu número e dimensões, são estudados daqui de baixo, através de radares e telescópios óticos, mas também são avaliados no próprio espaço orbital, além dos dados obtidos após estudos efetuados sobre a superfície exterior das espaçonaves, quando estas retornam ao solo.
As peças pequenas são de difícil detecção, mas as peças maiores são, normalmente, monitoradas pelas agências espaciais internacionais — tais como a AEB – Agência Espacial Brasileira, a ESA – Agência Espacial Europeia e a americana Nasa. O professor Roberto Costa, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da USP (IAG-USP), falou sobre o tema em entrevista à Rádio USP.

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