Inteligência artificial se impõe como prioridade no mundo de hoje

O professor Glauco Arbix estranha que o Brasil não esteja preocupado com essa questão

O presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou um novo plano na área da inteligência artificial, o qual inclui cerca de 2 bilhões de euros de investimento em projetos ligados ao tema, o que não deixa de ser surpreendente, pois, de acordo com o professor Glauco Arbix, nessa questão os países europeus estão um pouco atrás do que é feito em outras regiões do planeta, como, por exemplo, nos EUA e no Japão. O plano francês, na concepção do colunista, é bastante ambicioso, envolvendo novos centros de pesquisa , plataforma de compartilhamento de dados e inclusive centros para definir orientações para as questões éticas e morais inerentes à inteligência artificial.

No Brasil, estranhamente, há um distanciamento em relação ao assunto, o que Arbix atribui à crise política e a uma falta de visão dos planejadores públicos. De acordo com ele, as universidades podem contribuir para reverter essa situação. Os próprios currículos das escolas, sejam elas públicas ou privadas, devem estar adaptados a essa nova realidade.

 

 

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