Gullar cronista era coerente com sua estética anterior, diz professor da USP

Em entrevista à Rádio USP, docente da USP analisa a obra do poeta maranhense, que morreu no dia 4 de dezembro

Por - Editorias: Atualidades, Cultura
Foto: Renato Cobucci/Fotos Públicas (2014)
O poeta Ferreira Gullar escrevia crônicas semanais para o jornal Folha de S. Paulo desde 2005 – Foto: Renato Cobucci/Fotos Públicas (2014)

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Autor de crônicas semanais publicadas desde 2005 no jornal Folha de S. Paulo, Ferreira Gullar mantinha, como cronista, coerência com sua estética anterior. É o que afirma o professor Jean Pierre Chauvin, da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, em entrevista no programa Via Sampa, da Rádio USP (93,7 MHz), sobre o poeta maranhense, que morreu no dia 4 de dezembro, aos 86 anos de idade. Para o professor, Ferreira Gullar era um intelectual completo, além de poeta, foi crítico de arte, tradutor, memorialista, biógrafo e tradutor. “Ele exerceu uma atuação muito forte culturalmente.” Um dos criadores da poesia concreta, Gullar recebeu em 2010 o Prêmio Camões, a mais alta honraria da literatura em língua portuguesa.

Ouça a seguir a íntegra da entrevista do professor Jean Pierre Chauvin no programa Via Sampa, apresentado por Mário Sant e produzido por Heloisa Granito, que foi ao ar no dia 5 de dezembro.

 

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