Governo estuda acabar com horário de verão

Sem grandes vantagens econômicas, a implementação da medida se torna uma questão cultural

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De acordo com estudo feito pelo Ministério de Minas e Energia, a economia gerada pelo horário de verão já não é significativa. Por isso, o governo pretende realizar uma pesquisa para saber a opinião do público sobre a adoção ou não da medida e o presidente Temer deve dar a palavra final.

O professor Pedro Luiz Côrtes, do Departamento de Informação e Cultura da Escola de Comunicações e Artes da USP e Coordenador da Rede Internacional de Estudos Sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade (Rimas), explica que houve uma mudança na utilização de energia elétrica no País.

O pico de consumo, que antes acontecia no final da tarde e início da noite, agora ocorre mais cedo, porque houve uma popularização dos ar-condicionados, conta Côrtes.

Mesmo com a diminuição da vantagem econômica, o professor defende a adoção do horário de verão por questões ambientais. O especialista ainda lembra que, antes da recessão da economia, o País estava em risco de enfrentar grandes apagões. Logo, quando o Brasil voltar a crescer, qualquer economia será bem-vinda.

Todas as sextas-feiras, o professor Côrtes trata de assuntos ligados ao meio ambiente no Jornal da USP.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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