Gestão de institutos culturais não é partidária

A captação de recursos é um dos maiores desafios na administração de órgãos de cultura

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Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomie Ohtake desde sua criação, em 2001, e atual titular da Cátedra Olavo Setubal do Instituto de Estudos Avançados (IEA), coordena encontros em agosto para pensar as relações entre arte, cultura e ciência.

Foto: Marcio de Assis via Wikimedia Commons – CC BY-SA 3.0

Para o ex-secretário de Estado da Cultura de São Paulo, em institutos culturais públicos a questão política não passa por alianças partidárias. O gestor avalia ainda que, nesse tipo de organização, há uma certa facilidade financeira e o alcance costuma ser grande, porém não existe tanta liberdade para definir a programação.

Ohtake, que se formou  arquiteto pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP e dirigiu o Centro Cultural São Paulo, o Museu da Imagem e do Som (MIS) e a Cinemateca Brasileira, fala de sua experiência como gestor do Instituto Tomie Ohtake, destacando o trabalho de captação de recursos.

Ele ressalta o desafio de convencer as pessoas com poder decisório, que nem sempre têm experiência na área cultural, da relevância de determinado projeto. Além disso, Ohtake fala da importância de se aliar qualidade artística de uma exposição com o potencial de público que ela pode trazer.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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