Feras do futebol têm relação com o reino animal

Não adianta ser veloz como um guepardo se o jogador não conseguir se esquivar como um antílope, explica especialista

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Nesta semana, o professor Paulo Roberto Santiago fala sobre relações do reino animal, como, por exemplo, a de presa e predador,comparando-as com tarefas realizadas no esporte. Essa é uma linha de pesquisa do biólogo australiano Robbie Wilson, que, durante o mês de março, estará em Ribeirão Preto.

“Wilson trabalha com a relação de fugas das presas e o ataque de predadores no reino animal e compara com situações dos esportes coletivos de invasão, como, por exemplo, o futebol de campo” diz Santiago.   

Segundo o professor, para alguns pesquisadores “o sucesso da sobrevivência em relação à presa e predador está na velocidade” –  entretanto, “uma nova variável, que anda se mostrando mais importante, é a mudança de direção, a capacidade de mudar de trajetória o mais rápido possível”.

“A mesma variável vem se mostrando eficaz no futebol, os atletas que têm a capacidade de mudar a direção rapidamente durante o jogo apresentam maior efetividade na hora de driblar um oponente, assim como os animais na hora de fugir ou atacar.” Ouça, no link acima, a íntegra da coluna do professor Paulo Santiago.

 

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