Grupos de guerrilha na política não são novidade, lembra historiador

O professor Osvaldo Coggiola comenta o lançamento do partido políticos das Farc, na Colômbia

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

As Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) preparam o lançamento de seu partido político, dando início em setembro a um novo capítulo do processo de paz selado no ano passado entre governo, sociedade civil e o grupo guerrilheiro. O acordo garantiu aos membros das Farc dez das 268 vagas no Congresso colombiano, durante oito anos.

O chefe do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, Osvaldo Coggiola, lembra não ser esta a primeira vez que um grupo guerrilheiro da América Latina tenta se integrar à política institucional. “A guerrilha venezuelana foi praticamente toda integrada ao jogo político. Inclusive, muitos antigos líderes guerrilheiros fazem parte, até hoje, da oposição a Chaves; no caso, ao governo de Maduro”, aponta Coggiola. Confira, acima, a íntegra da reportagem.

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados