Estigma em relação à PrEP é prejudicial ao reforçar preconceito

Especialistas explicam o funcionamento e a relação desse método de prevenção do HIV com o preconceito

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No final do ano passado, o Sistema Único de Saúde começou a distribuir a PrEP, Profilaxia Pré-Exposição, medicamento utilizado na prevenção do HIV. Ricardo Vasconcelos, médico infectologista da Faculdade de Medicina da USP e do projeto PrEP Brasil, explica que o comprimido ”consiste no uso diário de medicamentos retrovirais por pessoas que não têm o HIV”. De acordo com ele, a eficácia é excelente, porém certos mitos que existem sobre o assunto acabam por gerar opiniões negativas na população.

A revista Época produziu recentemente uma matéria sobre a PrEP que estigmatizava um dos grupos-chave do medicamento – a comunidade LGBT. Alexandre Saadeh, coordenador do ambulatório Transdisciplinar de Identidade de Gênero e Orientação Sexual do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, explica que a perpetuação de certos estereótipos, como relacionar promiscuidade à orientação sexual, é muito prejudicial. Ele relata também o contexto em que surgiu esse estigma. Confira a matéria completa no player acima.

Leia também: Infectologista do HC comenta as prevenções alternativas do HIV

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