Drones ainda dependem de regulamentação

A Aeronáutica encara os drones usados para fins não recreativos como aeronaves

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Foto: Fill via Visual Hunt
Foto: Fill via Visual Hunt

Muito se fala sobre drones, também chamados de Vants (Veículos Aéreos Não Tripulados), mas nem todos entendem como funcionam. O professor João Camargo, coordenador do Grupo de Análise de Segurança da Escola Politécnica da USP, diz que os riscos oferecidos por essas aeronaves serão proporcionais ao seu tamanho e ao tipo de área que irão sobrevoar.

Na verdade, o Vant constitui um campo que ainda depende de regulamentação, pois, hoje, a Aeronáutica encara os drones não usados para fins recreativos como uma aeronave, razão pela qual a Anac (Associação Nacional de Aviação Civil) e a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) já estão envolvidas no processo de regulamentação desses aparelhos, pois haverá regras a serem cumpridas.

Segundo o professor Camargo, a tendência, em todo o mundo, é autorizar o uso do drone apenas com piloto remoto, ou seja, o voo totalmente autônomo da aeronave está vedado pelas normas hoje existentes. A regulamentação é nova e existe a preocupação de evitar os riscos de eventuais acidentes. Há dois tipos de drones: os utilizados para fins recreativos e os não recreativos, os quais dependem de autorização dos órgãos responsáveis para sua utilização.

A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo mantém um projeto de pesquisa sobre drone, cujo objetivo é avaliar a segurança da introdução do Vant no espaço aéreo controlado e no espaço aéreo reservado. Esse projeto é patrocinado pela Boeing, como o professor João Camargo informou à repórter Silvana Pires em entrevista para a Rádio USP:

 

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