Dependente do crack deve ter laço de confiança durante tratamento

Ações anteriores não podem ser descartadas, mas estudadas e aprimoradas

Compartilhar no FacebookCompartilhar no Google+Tweet about this on TwitterImprimir esta páginaEnviar por e-mail

Segundo o coordenador de ensino do Grupo Interdisciplinar de Estudos de Álcool e Drogas (Grea) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (IP-HC-FMUSP), Ricardo do Amaral, a internação de dependentes do crack é apenas parte do tratamento. Ele explica que, para maior chance de sucesso na recuperação, o paciente precisa de uma previsão de um tratamento continuado, se for necessário.

Usuários de crack em rua no centro de São Paulo, conhecida como cracolândia – Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil via Fotos Públicas

O doutor afirma que é preciso haver relação de confiança entre o paciente e o profissional de saúde, evitando que o medo impeça o tratamento. Para o especialista, não é correto desconsiderar totalmente os programas anteriormente implementados. Nesse sentido, ele sugere um maior investimento em alternativas como o Centro de Atenção Psicossocial (Caps).

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

 

Compartilhar no FacebookCompartilhar no Google+Tweet about this on TwitterImprimir esta páginaEnviar por e-mail

Textos relacionados