Delações da Odebrecht ferem mortalmente a classe política brasileira

Não se trata de uma morte súbita, mas de uma agonia que pode durar anos, diz o cientista político Álvaro Moisés

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Um terremoto que se abateu sobre a política brasileira. É nesses termos que o cientista político José Álvaro Moisés faz referência, em sua coluna semanal para a Rádio USP, ao caos provocado pela divulgação da lista de delações da Odebrecht, liberada pelo ministro Edson Fachin. Para Álvaro Moisés, a classe política está ferida de morte e fadada à condenação, à prisão e ao banimento da vida pública. As delações da Odebrecth envolvem 415 políticos de 26 partidos, beneficiados com o recebimento de quase R$ 1,7 bilhão em campanhas eleitorais recentes – PT, PMDB e PSDB foram os que ficaram com a maior fatia do bolo.

Segundo o colunista, a corrupção tem efeitos deletérios porque retira recursos de áreas prioritárias, tais como Saúde, Educação e Segurança Pública. Mas ele também vê nessa prática o que considera uma  interferência muito forte do poder econômico no resultado das eleições. Álvaro Moisés entende que a atual situação exige a adoção de algumas medidas urgentes e prioritárias. Ouça no link acima.

 

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