Crônica machista desperta debate sobre assédio no trabalho

Professor da Faculdade de Direito explica como denunciar casos de assédio moral e sexual no trabalho

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Uma crônica publicada no jornal Correio Braziliense, no início da semana, foi rechaçada pelos leitores por naturalizar o assédio sexual sofrido por mulheres no ambiente de trabalho.

Na última segunda-feira (11), o Correio Baziliense publicou uma crônica que está gerando revolta pelo seu conteúdo – Fotomontagem: jornal.usp.br

No texto, o jornalista Guilherme Goulart narra como repórteres da redação — inclusive ele mesmo — assediavam as estagiárias do jornal. Após a má repercussão, a crônica foi retirada do site e o autor escreveu um pedido de desculpas, alegando que não havia se expressado bem e que sua intenção era mostrar o que as mulheres passam no ambiente de trabalho, por isso, havia criado toda a história.

O coletivo Jornalistas Contra o Assédio, no entanto, recebeu diversas denúncias de casos de assédio no jornal Correio Braziliense.

Segundo dados da Organização Internacional do Trabalho, 52% das mulheres economicamente ativas já sofreram com isso.

Para entender como a denúncia de assédio moral e sexual no trabalho deve ser feita, conversamos com o professor Antônio Rodrigues Freitas Jr., da Faculdade de Direito da USP.

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