Colunista fala sobre o processo abrangente da comunicação

Quando o assunto é comunicação, termos como transmissão, transferência ou repasse de informações não dão conta da amplitude do processo

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No Japão, os robôs Pepper, de tecnologia Sofbank, interagem com as pessoas - Foto: Divulgação/Mashable
No Japão, os robôs Pepper, de tecnologia Sofbank, interagem com as pessoas – Foto: Divulgação/Mashable

Em sua coluna desta semana, o professor Ciro Marcondes Filho analisa o conceito de comunicação, especulando sobre a possibilidade de, um dia, os seres humanos virem a conversar com as máquinas. Máquinas não falam, lembra ele, apenas criam  frases, emitem palavras e podem até mesmo compor músicas, mas tudo isso como resultado de fórmulas matemáticas. Comunicação é muito mais do que isso.

“Comunicação não é substância, é processo”, afirma, “é uma maneira de as pessoas se relacionarem.” Mais do que isso: a comunicação é algo extremamente humano, dependendo de variáveis que ultrapassam em muito os aparelhos. No processo da comunicação, “emitimos frases, alteramos a entonação e a inflexão da voz, usamos os olhos, as mãos”, ou seja, recorremos a recursos não verbais, o que as máquinas são incapazes de fazer.

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