Colunista comenta proposta de privatização do Ibirapuera

A gestão do Central Park, em Nova York, não é uma gestão privada, pois o espaço é administrado por uma fundação sem fins lucrativos, a qual arca com 75% dos custos de manutenção

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Parque do Ibirapuera, em São Paulo - Foto: Wikimedia Commons
Parque do Ibirapuera, em São Paulo – Foto: Wikimedia Commons

Em sua coluna semanal, a professora Raquel Rolnik trata de um tema polêmico: a privatização do Parque do Ibirapuera, conforme desejo expresso pelo prefeito eleito de São Paulo, João Doria (PSDB). A colunista da Rádio USP questiona as formas de  como essa privatização se daria de fato, uma vez que esse processo implica ceder o Ibirapuera a uma empresa com fins lucrativos, cujo objetivo será explorar comercialmente o local, uma forma inclusive de poder arcar com os custos de manutenção e restauração desse espaço. Como seria essa gestão, como aconteceria a exploração dos serviços comerciais do Ibirapuera? A professora Raquel faz um paralelo com o modelo de gestão do Central Park, em Nova York, administrado por uma fundação sem fins lucrativos.

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