Grandes telescópios formam nova geração de cientistas brasileiros

Participação do Brasil em consórcios internacionais atrai estudantes para a astronomia e áreas afins, afirma João Steiner

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Na coluna desta semana, João Steiner continua a falar sobre astronomia no Brasil. O professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP conta que o País participa de projetos internacionais importantes, entre eles o Observatório Gemini — consórcio internacional em que é sócio e opera dois telescópios de 8 metros de diâmetro, cujas instalações encontram-se nos Andes Chilenos e no Havaí. Ele destaca também o telescópio Soar — com 4 metros de diâmetro, construído e operado por brasileiros, em parceria com norte-americanos, e instalado na montanha Cerro Pachón, no Chile.

Para Steiner, a entrada do Brasil nesses importantes consórcios atraiu um maior número de estudantes para a astronomia e áreas afins, contribuindo na formação de uma nova geração de cientistas. Ele também fala das descobertas científicas que foram produtos desses projetos, e do envolvimento da comunidade científica brasileira na produção de conhecimento no mundo. Confira na coluna Entender Estrelas desta semana.

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