Brasil avança no controle da tuberculose

O recém-lançado Plano Nacional pelo fim da doença ratifica compromisso com a Organização Mundial da Saúde

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Dentre a gama de testes disponíveis para avaliar a possibilidade de tuberculose, o teste de Mantoux envolve injeção intradérmica de tuberculina e a medição do tamanho da enduração provocada após 72 horas (48 a 96 horas) – Foto: via Mantoux test / Wikimedia Commons / Domínio Público

No final do mês passado (29 de junho), o Ministério da Saúde lançou o Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose, que, dentre as metas assumidas, ambiciona acabar com a doença até 2050, ratificando o compromisso com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A medida reforça as políticas públicas em vigor no Brasil que têm feito o País reduzir a incidência da doença e das mortes causadas por ela. Mas ainda é pouco.

O professor Ricardo Alexandre Arcêncio, docente da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto da USP e integrante da Rede Brasileira de Pesquisa em Tuberculose (Rede-TB), falou sobre a importância do Plano Nacional. “O Brasil tem avançado em relação às políticas de controle da tuberculose”, afirma.

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