Pinacoteca e MAC representam concepções culturais distintas

Martin Grossmann diz que construções da cidade revelam as mudanças culturais ocorridas na passagem do século 19 para o século 20 modernista

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Ouça a seguir a íntegra da coluna “Na Cultura o Centro está em Toda Parte”, de Martin Grossmann.

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Fachada do Centro Cultural Banco do Brasil - Foto: Cecília Bastos/USP Imagens
Fachada do Centro Cultural Banco do Brasil – Foto: Cecília Bastos/USP Imagens

Na coluna “Na Cultura o Centro está em Toda Parte” desta semana, o professor Martin Grossmann cita espaços em São Paulo para explicar as mudanças culturais ocorridas na cidade na passagem do século 19 para o século 20 modernista. Esses espaços são duas construções desenhadas de acordo com o imaginário do século 19, localizadas no centro de São Paulo – a Pinacoteca do Estado e o Centro Cultural Banco do Brasil –, e dois edifícios mais recentes, o Museu Afro-Brasileiro e o Museu de Arte Contemporânea da USP, ambos no Ibirapuera.

Enquanto nos primeiros os espaços são lineares e acanhados, nos dois museus os espaços são ampliados, abertos, o branco é utilizado para aumentar a sensação de grandeza – quase infinitude – e a luz é utilizada com intensidade. “O comparativo se dá nessas diferenças de proporção, de espacialização dessas construções e da luz”, acrescenta o professor.

 

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