Colunista fala sobre a perda do filósofo francês Gilles-Gaston Granger

Para Granger, que participou em vários momentos da história da Universidade de São Paulo, a produção da ciência tem uma dimensão estilística e hermenêutica

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Gilles Gaston-Granger no Encontro Nacional de Filosofia na Unicamp, em 1998 - Foto: CLE/Unicamp
Gilles-Gaston Granger, à esquerda, no Encontro Nacional de Filosofia na Unicamp, em 1998 – Foto: CLE/Unicamp

Em sua coluna desta semana, Gilson Schwartz presta uma homenagem ao filósofo francês Gilles-Gaston Granger, nascido em Paris em 28 de janeiro de 1920 e recentemente falecido. Granger, diz Schwartz, “foi um filósofo com influência em várias áreas do pensamento, em particular na economia”.  Ele é um dos autores de um livro inovador, nos anos 1950, sobre a metodologia da ciência econômica.  Além disso, Granger procurou uma abordagem para uma filosofia da ciência em que a questão do estilo assumisse o primeiro plano.

Ainda segundo o colunista, Granger foi um pensador preocupado com o futuro do pensamento e da ciência no mundo ocidental.

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