Atuação de Marielle foi contra a lógica dos esquemas de corrupção

Para o professor Dallari, comoção global e mobilizações foram causadas pela atuação da vereadora na militância dos direitos humanos

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Em sua coluna Globalização e Cidadania, o professor Pedro Dallari analisa os prejuízos aos direitos humanos do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), ocorrido no último dia 14 de março. “Ela foi assassinada por sua atuação na militância dos direitos humanos e em favor de parcelas da população que têm um histórico de discriminação”, avalia o colunista. Ao optar pela educação e pela defesa dos direitos humanos como o meio efetivo para a superação dos quadros de pobreza e miséria onde ela nasceu e viveu, Marielle tornou-se uma pessoa perigosa para muitos.

Ele destaca as repercussões e protestos internacionais, e as cobranças junto ao governo brasileiro, para que o crime não fique impune. Segundo o colunista, a comoção global e as mobilizações de organizações internacionais se deram por causa da atuação da vereadora na militância dos direitos humanos.

Dallari também lembra a trajetória de Marielle, que trabalhou desde os 11 anos, formou-se em Ciências Sociais na PUC do Rio de Janeiro e fez seu mestrado sobre as UPPs na Universidade Federal Fluminense.

Confira o áudio acima.

 

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