Ataques na Rússia e na Síria têm em comum a violência contra civis

Segundo Marilia Fiorillo, o governo sírio tem se notabilizado pelo abundante recurso ao uso de armas proibidas contra a população

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Flagrantes da violência pelo mundo. Na última segunda-feira (3), uma explosão no metrô de São Petersburgo, na Rússia, deixou ao menos 14 mortos e 42 feridos. Depois do incidente, tratado pelas autoridades como um atentado terrorista, as redes sociais foram inundadas por suposições sobre os autores da ação, as quais a atribuíam aos agentes mais variados, desde grupos nacionalistas até rebeldes chechenos, passando, é claro, pelos membros do indefectível Estado Islâmico.

Visão dos serviços de emergência do lado de fora da estação de São Petersburgo – Foto: Anatoly Maltsev/EFE via Agência Brasil

Talvez mais grave, pois certamente mais mortal, foi o ataque químico que, um dia após o atentado na Rússia, deixou pelo menos 72 civis mortos em uma cidade do norte da Síria. O balanço divulgado pelo Observatório Sírio dos Direitos Humanos (OSDH) nesta quarta (5) indica que 20 das mais de 70 vítimas são crianças. Segundo a Agência France Presse, a Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmou que as vítimas desse ataque exibiram sintomas como dificuldade de respiração, que são consistentes com reação a agentes que atuam no sistema nervoso.

O repórter Gustavo Xavier repercutiu ambas as ações com a professora Marilia Fiorillo, colunista da Rádio USP e professora da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. Ouça a íntegra da entrevista no link acima.

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