As mídias sociais e o impeachment

Para professor Luli Radfahrer, o processo de impeachment foi tratado como um grande entretenimento nas mídias sociais

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Foto: Visualhunt
Foto: Visualhunt

O professor Luli Radfahrer, em sua coluna Datacracia, analisa como os usuários das mídias sociais, como o Facebook, acompanharam todo o processo que culminou no impeachment da presidente Dilma Rousseff. Na opinião dele, toda a coisa foi tratada como um grande entretenimento, à semelhança, por exemplo, de um jogo de futebol. A explicação para essa polarização intensa é simples: quando alguém troca uma mídia tradicional pelo Facebook, Whatsapp ou Instagram, fica “envelopado” no conteúdo produzido pelo círculo de usuários daquela determinada mídia.

Ocorre, portanto, uma tendência de isolamento, já que as pessoas acabam compartilhando um grupo cuja posição a respeito de determinado tema é semelhante –  no caso específico, a favor ou contra o processo de impeachment da presidente Dilma. Os que são a favor do impeachment não percebem as irregularidades do processo; da mesma forma, os que são contra, ou seja, aqueles que defendem a manutenção de um mandatário no poder, não atentam para as deficiências do governo que defendem. Radfahrer explica por que o Facebook é tão importante nessa história. Ouça.

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