Aquecimento das águas do Atlântico dá mais força aos furacões

Natureza e ação humana contribuem para maior intensidade do fenômeno

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O professor do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP Ricardo Camargo explica que os furacões se utilizam da energia vinda pela evaporação das águas quentes do oceano. Diante de um cenário de maior temperatura da superfície dos oceanos, a intensidade das tempestades aumenta.

Ele esclarece que, neste ano, tanto o Atlântico Norte quanto o Pacífico têm registrado altas temperaturas, ocasionando furacões nas duas faixas do continente americano. O professor destaca a importância das previsões meteorológicas, que têm apresentado  maior eficácia tecnológica nos últimos anos.

Nasa fotografa furacão Irma, quando seus olhos se aproximaram da costa sudoeste da Flórida e José (à direita) passando pelas ilhas Leeward – Foto: NASA / NOAA GOES Project

Além disso, Camargo também explica que há menores temperaturas e diferenças nas composições dos ventos no Atlântico Sul. Esses fatores afastam do Brasil a possibilidade de ocorrência de tempestades similares às que acometem a região do Atlântico Norte.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

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