Alexino Ferreira analisa o ataque a uma casa noturna em Orlando

BBC diz que o FBI está encarando o caso como um ato de terrorismo, embora a ligação do assassino com o Estado Islâmico não tenha sido confirmada

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Foto: Orlando Police/Wikimedia Commons
Foto: Orlando Police/Wikimedia Commons

O destaque do noticiário internacional é o tiroteio que deixou pelo menos 50 mortos em uma boate LGBT, em Orlando (Flórida), na madrugada de domingo.  O ataque já é tido como o pior da história dos Estados Unidos.

A polícia de Orlando confirmou que o autor dos disparos, identificado como Omar Saddiqui Mateen, de 29 anos, foi morto em uma troca de tiros ainda na madrugada do domingo. Ele era cidadão norte-americano com pais afegãos.

O pai de Mateen, Saddiqui, disse não entender por que o filho cometeu o ataque, mas revelou  que ele tinha expressado irritação ao ver um casal masculino se beijando em Miami. Segundo a BBC, o FBI está liderando a investigação do caso como um ato de terrorismo, mas ainda não se sabe qual teria sido a motivação do atirador.

O Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque por meio das mídias sociais; porém, a ligação de Mateen com o grupo extremista muçulmano ainda não foi confirmada.

O repórter Fabio Rubira, da Rádio USP, repercutiu o episódio com o professor Ricardo Alexino Ferreira, da ECA (Escola de Comunicações e Artes da USP), colunista da emissora. Ele entende que, supostamente,  a questão homofóbica é a mais presente.

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