Afinal de contas, quem manda no FBI?

O episódio envolvendo a demissão do chefe do FBI, James Comey, é o tema da coluna “Conflito e Diálogo” desta semana

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O noticiário internacional deu amplo destaque, na semana que passou,  à recente demissão do diretor do FBI, James Comey, naquela que se tornou mais uma decisão controversa do sempre polêmico Donald Trump. Em sua coluna semanal, a professora Marília Fiorillo comenta o episódio, lembrando que a demissão de Comey – que soube da novidade pela televisão – gerou indignação no Congresso americano e entre os funcionários do FBI. O mandato de Comey teve início com Obama e deveria durar dez anos. Ele foi demitido enquanto investigava uma possível conspiração envolvendo  Trump e o presidente russo Vladimir Putin durante as eleições presidenciais americanas.

A professora Marília lembra ser prioridade do presidente dos EUA demitir o chefe do FBI, mas, para isso, precisa antes instaurar uma comissão de inquérito, o que absolutamente não ocorreu. Para justificar sua decisão, Trump retirou da cartola um simples “ele não está fazendo um bom trabalho”. “O melhor da história é que, enquanto Comey digeria sua demissão, Trump recebia na Casa Branca o ministro russo das Relações Exteriores.

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