Acordos políticos de Temer contrariam pensamento republicano

Prestes a ser julgado por corrupção passiva, presidente realiza articulações discutíveis com deputados

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Na coluna “A Qualidade da Democracia” desta semana, o professor de Ciências Políticas da USP, José Álvaro Moisés, comenta sobre a sessão que vai deliberar acerca do prosseguimento da denúncia feita pela Procuradoria Geral da República contra o presidente Michel Temer, por corrupção passiva. Ele é acusado de ter recebido propina do empresário e dono da JBS, Joesley Batista, por intermédio do ex-deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR). Se o plenário da Câmara aprovar o prosseguimento da denúncia, ela será enviada à análise do Supremo Tribunal Federal (STF).

Moisés discute as articulações realizadas pelo presidente, em meio à crise econômica, para evitar que a denúncia seja analisada pelo STF, como o descontingenciamento de recursos para a liberação de emendas parlamentares, visando a influenciar os deputados que votarão a denúncia feita pelo procurador da República, Rodrigo Janot.  Segundo o professor, “várias ações foram tomadas pelo governo com esse objetivo e muitas delas são extremamente discutíveis”, pois “contrariam a perspectiva propriamente republicana”. Confira a coluna acima.

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