A fala das ruas e dos monumentos

Na contemporaneidade, o espaço público deve ser de fato público em um sentido cada vez mais amplo

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

logo_radiousp790px

Monumento às Bandeiras - Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil
Pichação do Monumento às Bandeiras – Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Em sua coluna semanal, Ricardo Alexino Ferreira faz a seguinte pergunta: as pichações de ruas e monumentos que homenageiam genocidas e ditadores são ou não simbólicas? O colunista se refere a um evento recente, ou seja, as pichações do monumento às Bandeiras, no Ibirapuera, e da estátua de Borba Gato, em Santo Amaro, ações que revoltaram os meios de comunicação e a população. Nas entrelinhas, no entanto, os pichadores parecem ter enviado uma mensagem. Ou não foram os bandeirantes, tidos como heróis nacionais, genocidas das populações indígenas e negras no Brasil colonial? Em São Paulo, assim como no Brasil, poucas ruas, avenidas ou monumentos homenageiam segmentos da diversidade.

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados