Corrupção no Brasil está longe do fim, avalia professor de direito

Avaliação é de especialista da FDRP, que analisa as Operações Lava Jato e Sevandija

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Este ano promete muita movimentação política com as eleições em outubro. Mas, no Judiciário, a movimentação também não será pequena e deverá sofrer a influência da política.  

E tudo isso já começa este mês, no próximo dia 24, com a sessão de julgamento da apelação criminal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Tribunal Regional Federal – 4 (TRF-4), em Porto Alegre. Lula foi condenado pelo juiz Sergio Moro, que julga os processos da Lava Jato em Curitiba, a nove anos e seis meses de prisão.

Foto: Divulgação/Polícia Federal

Também entra na reta final a própria Operação Lava Jato, segundo o novo diretor geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, que apresentou meta de concluir todos os inquéritos da operação ainda este ano.

E Ribeirão Preto deve conhecer, até abril, o resultado do julgamento da primeira ação penal das três resultantes da Operação Sevandija. A Operação Sevandija tem como uma das rés a ex-prefeita da cidade, Dárcy Vera (PSD), acusada de receber propina por meio de fraudes de pagamento de honorários advocatícios de processo que envolve o Sindicato dos Servidores Municipais. O rombo nas contas públicas, proveniente de corrupção apurada pela Sevandija, pode chegar a R$ 203 milhões.

O professor Daniel Pacheco Pontes, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP, faz um balanço das duas operações e diz que a corrupção é difícil de ser combatida.

Veja a entrevista no link acima.

Por Ferraz Junior

 

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